
O profissional registra a consulta em linguagem clínica. A gestante recebe a mesma informação traduzida, com os sinais de alerta sempre à vista. Nada é digitado duas vezes.O profissional registra a consulta em linguagem clínica. A gestante recebe a mesma informação traduzida, com os sinais de alerta sempre à vista.
A consulta é preenchida uma única vez. O que muda é como cada pessoa lê o resultado.
Qualquer gestante pode criar sua própria conta e adicionar manualmente os dados da caderneta física à caderneta digital — consultas já feitas, resultados de exames e medições anotadas em casa. Quando o pré-natal com um profissional começar, o histórico já preenchido segue com ela.Qualquer gestante pode criar sua própria conta e adicionar manualmente os dados da caderneta física à caderneta digital.
O que ela anota sozinha aparece sempre marcado como registro próprio da caderneta — nunca se confunde com uma medição feita em consulta.O que ela anota sozinha aparece sempre marcado como registro próprio da caderneta.
Cada registro fica visível apenas para a gestante e para os profissionais que ela acompanha. O histórico segue com ela mesmo se trocar de serviço, e todo acesso fica registrado.Cada registro fica visível apenas para a gestante e para os profissionais que ela acompanha. O histórico segue com ela mesmo se trocar de serviço.
Este é um resumo. Ver a política de privacidade completa →
Resumo em linguagem simples da Caderneta Brasileira da Gestante (Ministério da Saúde, 2026) — o mesmo documento oficial que orienta o pré-natal no SUS. Este conteúdo é informativo e não substitui a orientação da sua equipe de saúde.
O pré-natal deve começar até a 12ª semana. O Ministério da Saúde recomenda no mínimo sete consultas — mensais até 28 semanas, quinzenais até 36 e semanais depois disso — além de uma consulta odontológica.
No 1º trimestre entram tipagem sanguínea, glicemia, sífilis, HIV, hepatites e toxoplasmose. No 2º, o teste de tolerância à glicose e o ultrassom. No 3º, novo hemograma e triagem de infecções antes do parto.
Hepatite B, dTpa a partir da 20ª semana, covid-19, influenza e, desde 2025, a vacina contra o vírus sincicial respiratório (VSR) a partir da 28ª semana — protegem a gestante e o bebê nos primeiros meses de vida.
Pressão igual ou acima de 140x90, sangramento vaginal, dor de cabeça forte, inchaço repentino, febre e diminuição dos movimentos do bebê por mais de 4 horas após 20 semanas exigem ida à UBS, à maternidade ou ao Samu (192).
Acompanhante de livre escolha em toda consulta e no parto, licença-maternidade de no mínimo 120 dias, licença-paternidade e estabilidade no emprego da confirmação da gravidez até 5 meses após o parto.
A equipe calcula o IMC pré-gestacional para definir a faixa de ganho de peso saudável e acompanha esse número em cada consulta, ajustando alimentação e cuidados quando necessário.
No mínimo sete, intercaladas entre médico e enfermeiro, além de uma consulta odontológica. Não existe alta do pré-natal — o acompanhamento segue até o parto e o puerpério.
O quanto antes, idealmente até a 12ª semana de gestação, para dar tempo de fazer os exames do primeiro trimestre e iniciar o acompanhamento regular.
Pressão alta, sangramento, dor de cabeça intensa, alterações na visão, febre, inchaço repentino e diminuição dos movimentos do bebê por mais de 4 horas após 20 semanas.
Sim. É um direito garantido por lei desde 2005: você escolhe quem te acompanha em todo o pré-natal, no trabalho de parto, no parto e no pós-parto.
No mínimo 120 dias, podendo chegar a 180 dias pelo Programa Empresa Cidadã. A licença-paternidade é de ao menos 5 dias, com ampliação gradual prevista até 2029.
Fonte: Ministério da Saúde — Caderneta Brasileira da Gestante (2026). Em caso de sinais de alerta, procure a UBS, a maternidade de referência ou o Samu (192).